Nem sempre o Simples é simples
O Simples Nacional é o queridinho do pequeno e médio empreendedor brasileiro por englobar dezenas de tributos numa única guia do DAS. Contudo, alcançar uma receita mais robusta dentro deste regime exige atenção máxima a uma "armadilha": os sublimites estaduais e municipais.
O Perigo do Fator R e Tabelas (Anexos)
Muitas empresas de serviços podem pagar altos impostos se não respeitarem o Fator R, um mecanismo que avalia se a folha de pagamento da empresa ultrapassa 28% do faturamento. Se não ultrapassar, a líquota pode pular de 6% direto para assustadores 15,5% de um dia para o outro.
Nossos contadores realizam uma simulação chamada *Gestão de Fator R*, às vezes recomendando aumentos pontuais de pró-labore dos sócios apenas para economizar um montante altíssimo em impostos federais pela mudança do Anexo V para o Anexo III.
O Sublimite de 3.6 Milhões
O teto do Simples é de R$ 4,8 milhões anuais. Mas há o sublimite de R$ 3,6 milhões que, uma vez cruzado, arremessa o ISS e ICMS da empresa de volta a cobranças convencionais. Se sua empresa fatura perto dos R$ 300 mil mensais, a auditoria tributária preventiva é mais do que mandatória.

